Cobras Peçonhentas

São aquelas que representam risco de acidentes, pela picada, e cujo veneno ocasiona diversos sintomas. Podem conduzir à morte caso não haja tratamento específico adequado. É importante que o tratamento seja rápido e realizado por profissionais de saúde qualificados, em unidades de atendimento médico especializadas.
No caso das cobras, as características antigamente mencionadas como úteis na identificação desses animais não são totalmente decisivas para esse diagnóstico (cabeça triangular, cauda afinando rapidamente, formato da pupila e tamanho das escamas no alto da cabeça). A característica que deve ser observada é a presença da fosseta loreal (orifício entre o olho e a narina) existente em todas as serpentes peçonhentas das Américas, com exceção das corais verdadeiras.

Cobras peçonhentas, aqueles que produzem peçonha ou veneno, são muito comuns em zonas rurais, mas também estão presentes em áreas urbanas. E acidentes envolvendo picada desses animais são relativamente frequentes. Saiba o que fazer para evitá-los ou como proceder se isso ocorrer.

Evite Acidentes

» Geralmente, as cobras picam do joelho para baixo, portanto, o uso de botas de cano alto evita até 80% dos acidentes. Mas, antes de calçá-las, verifique se dentro delas não há cobras, aranhas ou outros animais peçonhentos.

» Verifique toalhas de banho e roupas de cama.

» Evite andar descalço, se você viver em áreas de ocorrência desses animais.

» Proteja as mãos, não enfie as mãos em tocas, cupinzeiros, ocos de troncos etc. Use um pedaço de pau se for preciso.

» Limpeza é importante

» Acabe com os ratos, eles atraem cobras. Mantenha sempre limpos os terrenos, quintais e plantações. Não acumule entulho e lixo, para não atrair baratas e outros insetos. Pedaços de madeira e outros restos de materiais também podem ser ótimos esconderijos para eles.

Equilíbrio Ecológico

Preserve os predadores. Emas, seriemas, gaviões, gambás e a cobra muçurana são os predadores naturais das cobras venenosas e garantem o equilíbrio do ecossistema. Conserve o meio ambiente: desmatamentos e queimadas devem ser evitados. Além de destruir a natureza, provocam mudanças de hábitos dos animais, que se refugiam em paióis, celeiros ou mesmo dentro das casas.

O QUE NÃO FAZER EM HIPÓTESE NENHUMA

» Cortar ou perfurar o local (ou próximo) da picada.

» Colocar folhas, pó de café ou qualquer substância que possa contaminar a ferida.

» Oferecer bebidas alcoólicas, querosene ou qualquer outro líquido tóxico.

» Fazer uso de qualquer prática caseira que possa retardar o atendimento médico. Um procedimento que não é recomendado pelo Instituto Butantan, mas que era feito até há algum tempo atrás, na impossibilidade do transporte imediato do acidentado para um posto médico, logo após a picada, é puncionar em volta da picada com uma agulha esterilizada (uns 15 a 20 furos) e chupar o sangue que sair, cuspindo-o em seguida. Porém, nunca faça isso se você tiver cárie ou ferida na boca.

O QUE FAZER:

» Não perca tempo em procurar ajuda, pois o tratamento deve ser feito o mais rápido possível.

» Deitar e acalmar a vítima; o acidentado não deve se locomover com os próprios meios.

» Lavar o local da picada apenas com água ou com água e sabão.

» Aplicar compressa de gelo no local.

» Transportar (em maca) a vítima ao médico mais próximo, para tratamento (aplicação do soro).

» SEMPRE QUE POSSÍVEL, levar junto a cobra (viva ou morta), para identificação.

» Aqui no Brasil, existem quatro gêneros de cobras venenosas e a cobra que mais causa acidente é jararaca, responsável por 85% dos casos de picadas em seres humanos. Depois vêm a coral e a cascavel.

» Isso é que é língua venenosa: 1 grama do veneno da naja é suficiente para matar 150 pessoas.

» A extensão do bote de uma cobra corresponde a 1/3 do tamanho dela.

» Alguns Soros produzidos pelo Instituto Butantan:

- Antibotrópico, para acidentes com jararaca, jararacuçu, urutu
- Anticrotálico, para acidentes com cascavel
- Antilaquético, para acidentes com surucucu
- Antielapídico, para acidentes com coral
- Antiaracnídico, para acidentes com aranhas (armadeira e marrom)
- Antiescorpiónico, para acidentes com escorpiões
- Anilonomia, para acidentes com taturanas do gênero Lonomia

Fonte: Instituto Butantan
Universidade Federal Fluminense
Autor: Dr. José Luiz Setúbal

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